As falácias da gestão do conhecimento

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Autores

Roberto Funck

Resumen

Virtualmente.revista facultad estud.ambient.virtuales 


O presente texto é uma adaptação para publicação de uma teleconferência proferida no dia 30 de maio de 2014, para professores e estudantes da Universidade EAN em Bogotá. Trechos muito pequenos da conferência, que eram mais uma incitação ao debate, foram excluídos e outros incluídos, para dar mais sustentação aos argumentos. Para manter a maior fidelidade possível à conferência, mantive a redação na primeira pessoa, como foi feito no dia 30 de maio. O texto inicia com uma declaração que certamente provocará alguma polêmica entre os estudiosos do assunto: as expressões “Gestão do Conhecimento Organizacional” e “Gestão do Conhecimento” implicam duas falácias - o conhecimento não pode ser administrado ou, se preferirem, gerenciado.


E isso é válido tanto em uma empresa quanto em uma escola ou no nível individual. Paradoxalmente, pode ser trans-mitido, com algumas restrições. Para evidenciar as duas declarações, é apresentado um modelo de criação, externalização e socialização do conhecimento e introduzido o conceito de filtros cognitivos. O texto encerra com a exploração de um exemplo de filtro cognitivo - a memória - e um método utilizado para aprimorá-la: o método de Loci. É, também, um aprofundamento de conferências anteriores, proferida no II Congresso Virtual Mundial de e-Learning.

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